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domingo, 23 de janeiro de 2011

Se Jesus é o caminho....Os Pastores evangélicos são o pedágio !


Religião ou folclore ?

Por Magno Elias


Aprendemos, desde o nascimento, a obter certos valores morais que já se encontram enraizados há décadas, séculos e até milênios pela nossa sociedade. Podemos dizer que alguns desses valores (não que sejam idênticos), já caminham junto a humanidade desde sua organização em pequenos grupos. E não podia estar falando de outra coisa senão da religião.


Talvez eu tenha feito uma boa recordação: organização humana em pequenos grupos. Com o pouco conhecimento que tenho, aprendi que as relações sociais passaram por sucessivas mudanças ao longo da história. Mas, considerando que em um determinado momento histórico, o homem (ou ainda um primata) saiu da árvore para se aventurar por essas bandas do nosso planeta, caçando e coletando, já em grupos, puderam entrar em relações entre si, e foi através desse agrupamento que seus rituais foram criados. Poderíamos imaginar um indivíduo solitário, arrancando a unha do pé com os dedos da mão, olhando pro céu, viajando nas estrelas, fazendo algum tipo de ritual? Bom, pode ser que tenha sido possível, mas o mais provável (e é o que consideraremos), são os rituais em grupo. Mas por quê e como eles criariam esse tipo de coisa, por quê inventaram seres divinos, supremos, superiores a nós terráqueos ?

Talvez o principal de nossa leitura venha a tona agora: será que podemos refletir sobre algo separado de outro? Será que devemos pensar que as diversas criações sobrenaturais do homem nesta época deveriam ser algo a parte? Eu posso dizer com clareza que NÃO.

Apesar de não ser especialista, antropólogo, sociólogo ou cientista social, me preocupo com um assunto que já deveria estar esclarecido em todo o mundo, se não fossem os mais variados tipos de pessoas espalhadas pelo globo pregando suas doutrinas e dogmas criados da sua imaginação fértil. Considero o assunto sério, mas talvez minha contribuição, enquanto um grão de areia na praia, seja importante para suscitar interesse para que os intelectuais da área possam esclarecer, de forma honesta e transparente, esta questão ao público.

Me referi anteriormente ao cuidado de não desligarmos um aspecto, ou um fenômeno, de outros. Se tivermos condições de ligarmos os fatos, poderemos chegar mais perto da verdade ou até atingi-la.

Devemos, primeiramente, fazer algumas observações importantes. A partir de uma determinada etapa de desenvolvimento do homem, três leis foram e continuam sendo essenciais em sua relação com a sociedade e com a natureza:

1- A luta de classes

2- A luta pela produção

3- A investigação científica


Estas três leis são muito importantes, porque é através delas que temos condições de esclarecer melhor dúvidas à respeito de uma determinada época histórica. Mas o curioso é que, na época que me refiro, e que tomei como exemplo, ainda não havia classes sociais no seio desses grupos de caçadores e coletores, e também não havia se criado as condições que os levassem a investigar as leis da natureza, pois o objeto de nosso texto é a criação, na mente humana, de dogmas que se solidificaram no decorrer do tempo. Mas ainda restou uma outra lei: a LUTA PELA PRODUÇÃO.

Esta luta pela produção é um reflexo direto da luta do homem pela sua sobrevivência, e é daí que ele desenvolve suas habilidades para continuar realizando seu progresso técnico-científico. E foi a luta pela sobrevivência que possibilitou com que ele caçasse, coletasse, desenvolvesse a linguagem articulada, criasse instrumentos como a pedra lascada (sílex), a lança, o arco e a flexa, e outros mais. E a conclusão mais importante de nossa leitura já posso adiantar: toda criação divina e espiritual do homem, é, antes de mais nada, um reflexo de suas atividades materiais.

Bom, se adotamos esta época como referência, já podemos presupor que eles tinham, por exemplo, comemorações a fazer depois de um dia difícil de caçada. A alimentação farta, propiciava um momento de festa.


Assim poderíamos usar esta lógica em relação à coleta. “Fartura, festas”. E o que dizer também das supertições criadas, numa época que não tinham inventado o fogo, por exemplo ? Chega a noite, o medo toma conta. Animais perigosos dividindo o mesmo território. Alguém olha para o céu e lá está a lua cheia. Ou então o céu está repleto de nuvens. Relâmpagos, trovoadas, a chuva, ventos fortes. Os raios atingindo as árvores, quebrando-as. O canto do vento atritando-se com as rochas. O sol, as aves no céu, a ressaca do mar, o arco íris. São tantos os fenômenos da natureza ...! E a quem responsabilizar pela existência de tais fenômenos? Eis uma pergunta interessante.


Como justificar o medo que estes homens tinham, pelo fato de não terem as mínimas condições de definir estes fenômenos, a não ser criarem conceitos sem nenhum embasamento investigativo? Até porque, é indiscutível, que nesta etapa do caminhar da humanidade, o homem não possuía conhecimento e recursos tecnológicos para tais investigações. Ele só poderia contar com seus cinco sentidos, mas principalmente uma delas: sua visão. E qual era o reflexo em seu cérebro de tais visões, de ocorrências que a natureza dominava? Nesta etapa da caça e coleta, podemos concluir que o homem já tinha um certo grau de conhecimento e domínio sobre a natureza.

Como e com o que ele caçava? Como ele fabricava seus instrumentos de caça? Como se relacionava em grupo?
Como desenhava nas cavernas suas figuras? Como e de que forma ele se comunicava em grupo? São tantas as perguntas, que por si só, nos obrigam a reconhecer o papel destacado do homem na natureza.

Eis aí outra observação importante.


O homem não tinha ainda um domínio mais abrangente sobre a natureza. Digo no sentido de não ter condições de explicar os mais variados fenômenos que hoje em dia aprendemos com facilidade. Mas este domínio não seria de manipular a natureza como um super-herói ou um X-men, mas no sentido de manipulá-la em benefício de si mesmo. Um adendo importante é que, hoje, ainda se fala que o homem é um “animal mamífero racional”. Talvez tenhamos que tomar alguns cuidados em não misturar coisas. Se formos pensar em algumas funções biológicas e fisiológicas de nós seres humanos, poderíamos, obviamente comparar com alguns outros mamíferos. Mas em relação à seu cérebro, o chamado tele-encéfalo, a sua característica de ser pensante e de exercer domínio sobre a natureza, podemos dizer que esse conceito é muito deturpador, e até um desrespeito às suas conquistas.

Mas o medo seria, talvez, umas das principais razões, e não a única razão, do homem ter responsabilizado os seres de sua imaginação por esses efeitos que a natureza, na verdade, levou milhões de anos construindo até chegar aquelas circunstâncias. O culto aos deuses pode ter sido o principal motivo dos rituais desses agrupamentos. O que poderia explicar os vários deuses criados pelo homem? Como explicar o politeísmo? Hoje em dia ouvimos sempre a palavra monoteísmo, a existência de somente um deus supremo, o único e mais poderoso do universo.
Mas isto é uma conseqüência de um passado repleto de centenas de religiões espalhadas pelos mais diversos povos do mundo.


Assim como hoje em dia vemos culturas que resistem ao esquecimento, pois é tachada de adjetivos pejorativos, frutos de um preconceito gerado dentro do seio dos monopólios da religião. Um exemplo disso é o preconceito do monopólio da Igreja Evangélica, chegando até aos mais humildes fiéis, dizendo que algumas religiões são “macumba”; “isso é obra do capeta”; “Deus me livre, tá amarrado!”. Não consideram nenhum pouco toda a trajetória que determinados povos tiveram ao longo do tempo, em que contexto foram criados seus cultos e rituais, por que e para que, passando por cima da cultura deles e, por conseqüência, desmoralizando-os. E o pior é a inconvincente explicação de que tudo é obra do diabo

Outra consequência é o nefasto papel da Igreja Católica na Idade Média, que destruiu muitas culturas de vários povos. Assim como no século XX, em sua aliança com os nazistas e fascistas, por exemplo, da mais alta podridão da direita, que em sua jornada imperialista e pelo controle de território de vários países, tentou impor sua doutrina para com os povos destes países, tentando em vão apagar a identidade cultural de cada um deles. E qual foi uma das primeiras atitudes da coroa portuguesa ao colonizar o Brasil? Catequisar aqueles “selvagens” indígenas, que há milênios se instalaram aqui, e tiveram muito tempo de construírem sua complexa rede sócio-econômico-cultural. Mas é contraditório saber que os que se consideravam advindos da civilização superior, foram os que cometeram os atos mais selvagens e perversos contra os índios.

Até hoje este pensamento existe, mas com roupagens diferentes. E numa sociedade dividida em classes sociais, nada de espantoso ver guerras, brigas diversas, inveja, corrupção, miséria, riqueza, individualismo e etc.

A religião, não querendo (e não é por preguiça) ter o trabalho de investigar os fenômenos concretos da natureza e da sociedade, cria suas verdades absolutas, seus dogmas, portanto, cria mais que teorias. Se fossem teorias, elas estariam dispostas a debates, conflitos de idéias, deduções e comprovações. Mas a religião (e não considero aqui todas as religiões, e sim as que exerceram e exercem o monopólio), na verdade, seus mentores, ou porque não dizer como há muito tempo, seus “escribas”, não tem o porque se dar ao luxo de descobrir a “verdadeira verdade”.

Uma vez estava lendo sobre um pouco da vida e obra de um grande físico e matemático chamado Blaise Pascal. Ele também era escritor, filósofo e, por coincidência, era adepto do chamado “Jansenismo”, uma religião ligada à Igreja Católica, mas que devido à seus princípios heterodoxos, acabou sendo condenado pela referida igreja.

O que me chamou muito a atenção foram seus pontos de vista sobre a religião, já que sua visão era mais ampla pelo fato de, tanto andar pelo caminho da ciência, como pelo caminho de sua corrente religiosa. Em um dos capítulos intitulado “Da Arte de Persuadir”, Pascal, no segundo parágrafo escreve o seguinte: “ninguém ignora que há duas entradas pelas quais as opiniões são admitidas na alma, que são as duas principais potências: o entendimento e a vontade. A mais natural é a do entendimento, pois nunca se deveria consentir senão nas verdades demonstradas. Mas a mais usual, embora contra a natureza, é a da vontade, pois os homens são quase sempre levados a crer não pela prova, e sim pelo agrado.” (o grifo é meu). Mais adiante ele cita uma frase bíblica: “diga-nos coisas agradáveis e nós o escutaremos, diziam os judeus a Moisés”.

Lembro-me também de um outro grande revolucionário na área das ciências naturais, chamado ALEXANDER IVANOVICH OPARIN. Ele escreveu um importante livro chamado “ A origem da vida”, no qual ele esclarece logo no primeiro capítulo, a luta irreconciliável que dura até nossos dias: Materialismo versus Idealismo. Ele cita uma tese da Igreja que é defendida desde São Thomas de Aquino, a chamada “teoria da geração espontânea e repentina”, segundo a qual os seres vivos se originaram de matéria inerte, a qual seria animada por um plano espiritual vivificador, uma “força vital”.

A experiência do químico norte-americano Stanley Miller serviu de exemplo para todo o mundo a respeito da origem da vida. Oparin já havia dito 20 anos antes tudo o que Stanley havia comprovado em seu experimento na década de 50.

O experimento foi o seguinte: em um recipiente projetado para ser uma versão artificial da atmosfera terrestre primitiva - uma mistura de hidrogênio, água, amônia e metano -, a dupla (Stanley – Urey) disparou cargas elétricas para simular o efeito de raios, e o resultado, após uma semana, foi o surgimento espontâneo de glicina e a alanina que são aminoácidos - moléculas orgânicas não complexas.

Mas por quê estou dando estes exemplos ? Não quero aqui interferir na liberdade de religião das pessoas. O que eu percebo é que a religião ultrapassou seus limites enquanto liberdade de culto. Ela tomou uma esfera de influência muito grande na sociedade. Provas atuais não faltam. Na esfera política, temos deputados, senadores, vereadores. É só ver alguns partidos políticos em cuja sigla tem um C de cristão Quantos não foram os políticos que eram ou são ligados à famosa Maçonaria ? Todo mundo sabe disso. E a cidade-estado conhecida como Vaticano, alguém não conhece? Alguém conhece a IURD ? É isso mesmo: Igreja Universal do Reino de Deus, daquele senhor chamado Edir Macedo¹. E depois dela, várias outras concorrentes (e não correntes) surgiram: Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), tendo como cabeça o bispo Valdemiro Santiago. A Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), tendo como cabeça o famoso R.R. Soares.

A pergunta que todos fazem: “para que isso tudo se o Deus é um só“ ? Realmente, um dia nós chegaremos lá ! O importante é questionar. Mas este questionamento ainda é muito ingênuo, em face do verdadeiro propósito dos líderes destas instituições. E também não é o objetivo deste texto entrar nestes detalhes.

Por este motivo (o de considerar o ultrapassar de seu limite), a religião estrapolou sua função que seria a mais justa em qualquer lugar: a de estar inserida em um contexto folclórico. É só entender um pouco de seu significado para chegarmos a esta conclusão.


Uma definição mais completa seria: “Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes e tradições populares transmitidos de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo”. (fonte: Wikipedia).

Pode estar embaraçoso para o leitor, mas o que quero dizer é o seguinte: toda a história da humanidade foi fruto da luta do homem contra a natureza. Todas as idéias, supertições, costumes, crendices, lendas, contos, provérbios, ou seja, todo o folclore está inserido dentro de sua luta material pela sobrevivência. Os medos e incompreensões do passado, criaram terreno para essas mesmas supertições, crendices e verdades absolutas que se solidificaram e se enraizaram na sociedade, e que servem, até hoje, para encobrir interesses obscuros de determinadas classes sociais, principalmente aquelas que desejam perpetuar sua opressão perante as massas de explorados de todo o mundo.

Perceba que, no exemplo de Pascal, ele demonstra uma realidade inegável já em sua época (séc. XVII), e, convenhamos nós, existe até hoje: que o ser humano gosta de ouvir aquilo que lhe agrada e que condiz com seus pensamentos. A citação bíblica dos judeus à Moisés prova esta verdade.

Ao citar Oparin e Stanley Miller, fui com a intenção de demonstrar a superioridade da ciência face a todas as imposições teóricas de bons oradores que falavam e falam palavras bonitas e agradáveis em vão. Para se ter uma idéia, no velho testamento, em Gênesis, pode-se observar várias falhas dos escribas, ao cometerem o erro de mostrar barbaridades daquele que deveria representar a salvação.


Um exemplo?
Em Gênesis 2:16 e 17 diz-se: “Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente;17 mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

Será mesmo que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança ao dizer tal disparate? Me disseram uma vez que esta atitude de Deus ter criado a árvore do conhecimento do bem e do mal seria para “testar” o homem. Mas por quê ele teve esse trabalho desnecessário? Edir Macedo, R.R. Soares, Valdemiro Santiago, já estão fartos de comerem desta árvore, e o que aconteceu com eles?


Também em Gênesis 6: 5; 6; 7, diz-se: “ 5 Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente.
6 Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração
7 E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito.”

Ora, por quê os animais tiveram que pagar pela maldade do homem? Por quê Deus escolheu Noé e sua família para salvarem-se da destruição dos homens, se o próprio Noé era descendente daqueles que Deus considerava responsável pelas maldades? Pois se ele criou o homem, poderia muito bem recriá-lo.


Caros leitores, devo questionar demais, não? Mas ouvirmos e dizermos coisas agradáveis não resolverá problemas concretos, que exigem também análises concretas. Gostaria de concluir esta minha exposição esclarecendo o seguinte: não tenho formação acadêmica em nenhuma dessas áreas de conhecimento abordadas acima.


Sou auto-didata e apenas tenho o desejo de despertar nas pessoas o interesse de não apenas questionar as coisas, mas de entendermos o real significado de tudo que o homem fez e faz. Compreender por que o mundo anda com tantas maldades e catástrofes, causadas tanto pelo homem como pela natureza (a exemplo do Haiti). Essas coisas não são castigos de Deus pela maldade humana.

Sabermos avaliar as coisas sob o ponto de vista materialista dialético², ou seja, avaliarmos sob uma perspectiva científica, é condição indispensável para chegarmos a resultados justos e corretos. Sendo assim, é indispensável que descartemos concepções idealistas falsas e sem sentido, que a imaginação do homem sempre criou.

É como diz o astrônomo Carl Sagan, sobre cosmologia: "Talvez nossos descendentes, um dia, sentirão pena de nossa ignorância, a mesma que sentimos dos povos antigos, por não saberem que a Terra orbita o sol. Será que o universo era desprovido de matéria até que, de repente, ela foi criada? Para muitas culturas, o universo foi criado por deus ou deuses, mas se quisermos estudar a questão corajosamente,temos de fazer a próxima e óbvia pergunta: de onde veio deus?”

Ou então: “A compreensão humana não é um exame desinteressado, mas recebe infusões da vontade e dos afetos; disso se originam ciências que podem ser chamadas ‘ciências conforme a nossa vontade'. Pois um homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim, ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar; coisas sensatas, porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza, por superstição; a luz da experiência, por arrogância e orgulho, coisas que não são comumente aceitas, por deferência à opinião do vulgo. Em suma, inúmeras são as maneiras, e às vezes imperceptíveis, pelas quais os afetos colorem e contaminam o entendimento.” – Francis Bacon, Novum organon (1620).


Bom, encerro esta matéria com uma reflexão: o problema do homem só será resolvido pela intervenção dele mesmo.


¹ Quem quiser conhecer um pouco sobre o iluminado e abençoado Edir Macedo é só ver uma matéria muito “legal” no youtube - http://www.youtube.com/watch?v=o0iQji3nhqk


² Pode-se resumir o materialismo dialético como a filosofia marxista. Tal ciência foi desenvolvida pelo grande revolucionário Karl Marx, em combate as concepções idealistas dos filósofos do séc. XIX, em especial, Ludwig Feuerbach e Friedrich Hegel. O materialismo dialético sustenta que a matéria nunca é inerte e sempre está em constante evolução e transformação. Tal desenvolvimento e transformação são causadas pelas contradições inerentes a todos os fenômenos, tanto da natureza quanto da sociedade como um todo. Em todo fenômeno existe luta entre opostos, que determinam o movimento das coisas. O mais importante é que a filosofia marxista é a base ideológica do proletariado em sua tomada de poder


Este texto encontra-se originalmente em Jornal o Rebate http://www.jornalorebate.com.br/site/colaboradores-do-rebate/5160-religiao-ou-folclore-


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