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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A teoria do " chamado Socialismo do Século XXI" e os comunistas

Os comunistas e o chamado “Socialismo do século XXI” Por: Pável Blanco Cabrera

 Fonte: Revista Comunista Internacional n.º 2 – 2010-2011




Em memória de Vladimir Ilich Lenin, no momento em que se celebram os 140 anos do seu nascimento.






A contrarrevolução mundial no final do século XX impulsionou, no campo ideológico, a conhecida tese do fim da História, uma campanha que, tendo como objetivo a afirmação de que o capitalismo durará para sempre, questiona a validade do marxismo-leninismo e pretende desarmar a classe operária e o povo oprimido na sua luta pela emancipação. Igualmente conhecida como desideologização, esta pretensão desenhada pelos ideólogos ao serviço do imperialismo tem como objectivo desacreditar a teoria comunista e a praxis da construção socialista, usando o efeito da crise que conduziu à temporária regressão da classe operária na URSS e em outros países do campo socialista na Europa, Ásia e África. Ao mesmo tempo, tirando vantagens da confusão instalada, neste momento, no movimento operário e nos partidos comunistas – muitos dos quais renunciaram à sua identidade e objetivos, transformando-se em partidos social-democratas –, cultivou o surgimento de novas fórmulas da ideologia dominante, como o pós-modernismo e outras variantes, de forma a influenciar não apenas universidades e centros de formação, de cultura e de arte, mas igualmente uniões, movimentos populares, intelectuais progressistas, organizações e forças políticas de esquerda, e, ainda, atingir negativamente os partidos comunistas e operários.

 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Reflexão sôbre o oportunismo do Partido Comunista Francês- PCF


Refletir sobre a crise que abalou profundamente os Partidos Comunistas

Francis Arzalier*
Fonte: pelosocialismo.net





Enquanto comunistas franceses, não somos os mais qualificados para dar lições. Os mesmos desvios produziram por toda a Europa o mesmo declínio: também o PCF pagou muito caro as suas tendências para o oportunismo e o carreirismo ministerial. Por isso devemos, em conjunto, refletir sobre a crise que abalou profundamente os partidos comunistas: o futuro dos povos do continente depende da sua capacidade de combater o capitalismo e o imperialismo e de acabar com a contrarrevolução que assola a Europa há mais de 20 anos.