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quinta-feira, 11 de junho de 2015

O Sionismo ataca Universidade Federal de Santa Maria com o método covarde de sempre: acusando e distorcendo os fatos em causa própia

O Sionismo ataca Universidade Federal de Santa Maria com o método covarde de sempre: acusando e distorcendo os fatos em causa própia

"Chamamos a solidariedade de todos com a Universidade e o repúdio a prática vil de combater com covardia, intimidações e mentiras as posições políticas das entidades e das pessoas solidárias à luta do povo palestino contra o genocídio israelense na Palestina ocupada e, por isso, em favor do Boicote ao Estado sionista."
O método não é novidade, já foi denunciado amplamente por alguns corajosos escritores como Norman Finkelstein, em seu famoso livro "A Industria do Holocausto". Onde desmistifica a "indústria da vitimização do grupo étnico mais bem sucedido dos Estados Unidos, o que permite a apropriação de mais verbas e, ao mesmo tempo, articula uma campanha de autopromoção por meio da imagem de vítima". Artimanha que serve ao propósito de isolar as discussões dos Direitos Humanos do povo palestino e de esconder a responsabilidade de Israel no genocídio e na limpeza étnica que faz diariamente na Palestina ocupada desde 1948, com períodos de mais intensidades em Gaza.

Essa campanha de difamação da Universidade mostra o desespero do sionismo com o crescimento da campanha de boicote a Israel no Brasil e no Mundo. 

Chamamos a solidariedade de todos com a Universidade e o repúdio a prática vil de combater com covardia, intimidações e mentiras as posições políticas das entidades e das pessoas solidárias à luta do povo palestino contra o genocídio israelense na Palestina ocupada e, por isso, em favor do Boicote ao Estado sionista.


Blog. somostodospalestinos



NOTA DE ESCLARECIMENTO DA SEDUFSM




A Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) vem a público manifestar seu mais profundo repúdio à campanha de desqualificação sofrida pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com base em denúncias infundadas de racismo. Tal campanha tem sido promovida a partir de interpretações distorcidas de um procedimento interno e fraude de documentos, que seguramente tem por finalidade estimular um clima de conflito artificialmente criado para atrair audiência para as pessoas e veículos de comunicação que protagonizam tal denuncismo.

A Sedufsm, ao longo dos seus vinte e cinco anos de existência, e na condição de um sindicato classista que representa os professores da UFSM, sempre se pautou pela defesa dos interesses da classe trabalhadora, aliando às suas pautas específicas, a luta por um mundo de paz, menos desigual e com radical respeito à dignidade humana, à pluralidade de ideias e à autodeterminação 

Neste contexto, a Sedufsm foi uma das signatárias de um pedido de informações à UFSM, ainda no ano de 2014 e como parte das ações que visavam por um fim aos massacres palestinos perpetrados pelo exército de Israel entre julho e agosto do ano passado. Esse pedido visava esclarecer notícias divulgadas pela imprensa de que a UFSM participaria de convênios de cooperação científica com empresas que fornecem armas e tecnologias à máquina de guerra israelense. 

Foi exatamente em busca desta resposta, mesmo que fora de contexto e ignorando as demais informações solicitadas no documento entregue pelas entidades, que a gestão da UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, buscou identificar a existência de pesquisadores estrangeiros vinculados a este convênio específico, a fim de responder à solicitação feita.

Transformar um ato político de defesa dos direitos humanos em uma cruzada de anti-semitismo, buscando estabelecer uma falsa identidade entre a oposição a uma política bélica e imperialista de Estado e a defesa da discriminação racial, representa uma tentativa deplorável de distorcer a realidade em benefício próprio de quem o faz. Mais grave ainda, quando tal ato se ampara em fraude de documentos e no sensacionalismo das grandes empresas de comunicação que, ao invés de denunciarem com veemência as dificuldades por que passam hoje as universidades públicas no Brasil, preferem elevar sua audiência em notícias fantasiosas e mal intencionadas.

Amparada nas decisões congressuais do ANDES-SN e tendo por base um projeto de universidade pública, laica e socialmente referenciada, a SEDUFSM continuará a combater todas as formas de discriminação e violência que tenham a finalidade de violar os direitos humanos e sobrepor os interesses das grandes corporações ao inalienável direito à vida e à dignidade de todos os povos.

Caberá à polícia e ao Ministério Público apurarem as responsabilidades daqueles que distorcem a realidade em causa própria, trazendo prejuízos ao nome de uma instituição que tanto nos honra.




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