MACONHA: A pequena burguesia quer apertar e acender agora.

Maconha: A classe média quer apertar e acender agora, já!!
Por Beto - pelo Mafarrico Vermelho

Não, não tenho objeções pessoais a legalização dessa "erva natural ( sic...) ". Falo isso, sinceramente, sem qualquer preconceito contra os usuários dessa "bosta" de erva. Simplesmente, acho que é uma droga, literalmente, em todos os sentidos dessa palavra.

É conhecido, através de pesquisas médicas, que a maioria de seus jovens usários ( 80 % dos que usam ) abandonam seu consumo aos 30 anos de idade. Os 20% restantes, os usuários crônicos da maconha: esses  vão desenvolver transtornos e doenças mentais e irão utilizar os serviços públicos de saúde( Psiquiatria) e,  os mais abonados, utilizarão as Clínicas particulares para tratamento da dependência e outras sequelas mentais.

As pupilas dilatadas nos olhos dos "maconheiros" denunciam o efeito químico deletério em seu sistema nervoso central ( Cérebro ), produzindo lesões e transtornos mentais aos usuários crônicos dessa "erva natural ( sic...) ".

A erva, ao ser fumada, produz mais de 400 substâncias tóxicas , portanto , a frase " é uma erva natural, não vai te prejudicar" é uma besteira babaca e ignorante falada por seus consumidores.

A contradição que fica evidente, enquanto setores médicos e de saúde querem reduzir o tabagismo, por seus efeitos nocivos à saúde da população consumidora do tabaco. Outros, os fumadores da "erva" querem ver seu consumo liberado.

Cigarro é extremamente prejudicial a saúde. Sabemos que está associado a diversos tipos de câncer por exemplo e outras doenças gravíssimas. Mas num deixa ninguém doidão.

A pequena burguesia quer fumar a maconha tranquilamente, sem ser incomodada. Quer comprar esse produto em lugares mais assépticos. Não querem mais ir a lugares que consideram ambientes povoados pelas "classes inferiores" para comprar esse "produto". Onde a pobreza choca os "sensíveis" olhares desses consumidores de classe média. Esses, caso se tornem usuários crônicos, irão recorrer a saúde pública, ocupando um lugar dum consumidor pobre de "crack".

A grande maioria dos maconheiros é alienada as questões políticas e sociais. Só pensam em consumir essa "merda" de droga e ficar " de boa".

Existem os "maconheiros" não alienados. Esses são chatos pra cacete!. Arrogantes, acham que todos temos que ter opinião favorável ao uso e consumo dessa "merda" chamada Maconha.

Finalizando, o Brasil já tem uma legislação sobre consumo de drogas , onde não penaliza o consumidor. Acho que a questão das Drogas deve ser tratada como Saúde Pública, com acesso universal a todos os dependentes de drogas.

Beto

Ps- Posto abaixo, artigo publicado no Brasil de Fato, marchas a favor da liberação da Maconha.



Apesar da repressão, Marcha da Maconha cresce e ganha adeptos


Em diversas cidades, protestos em favor da descriminalização e regulamentação da produção, comércio e consumo da erva

Militantes da Marcha da Maconha realizam, em diversas cidades do Brasil, protestos em favor da descriminalização e regulamentação da produção, comércio e consumo da erva.

Segundo Marco Magri, integrante do Coletivo Marcha da Maconha de São Paulo, o movimento registra um aumento do número de cidades participantes e de manifestantes. No ano passado os atos foram realizados em 12 cidades; neste ano são 19. "É uma manifestação pública de pessoas descontentes com a lei. Pedimos que haja uma política pública de fato, e não como existe hoje", afirma.

Algumas marchas já foram realizadas no último final de semana, acompanhadas por prisões e repressão. No Rio de Janeiro, a Marcha da Maconha ocorreu no sábado (07) e contou, segundo os organizadores, com cerca de cinco mil pessoas, que saíram do Leblon até o Arpoador, em Ipanema. No dia 22 de abril, quatro militantes do movimento haviam sido presos enquanto faziam uma panfletagem sobre a marcha na capital Fluminense.

Também no sábado (07), em Belo Horizonte, cinco pessoas foram detidas durante a Marcha da Maconha. A juiza Beatriz Junqueira Guimaraes, do Juizado Especial Criminal, proibiu a realização do evento considerando o ato como apologia ao uso de drogas. Mesmo assim, os manifestantes realizaram uma caminhada pelas principais ruas da capital mineira.

No mesmo dia, em São Paulo, três ativistas foram presos pela Polícia Militar no momento em que pintavam cartazes e panfletavam na Avenida Paulista. Todos os materiais, cartazes e panfletos foram apreendidos e levados à delegacia para averiguação, assim como os três militantes que, depois de três horas, foram liberados sem serem autuados. A marcha na capital paulista está marcada para o dia 21 deste mês.

No Espírito Santo, o Ministério Público Estadual tentou impedir a realização da marcha. O procurador-geral de Justiça, Fernando Zardini Antonio, alegou que a manifestação poderia incentivar o uso da maconha e de outras drogas ilícitas. O pedido do MPE, no entanto, foi rejeitado pela Justiça capixaba, e a marcha foi realizada no sábado (07).


Veja, a seguir, onde ocorrerão as próximas marchas:


15 de maio:
Niterói (RJ) - Praia de Icaraí, 14h


21 de maio
São Paulo (SP) - Masp, 14h


22 de maio
Curitiba (PR) - Santo Andrade, 15h
Jundiaí (SP) - Estação de Trem, 14h
Porto Alegre (RS) - Parque da Redenção, 15h
Recife (PE) - Recife Antigo – Torre Malakof, 14h


28 de maio
Campinas (SP) - Largo do Rosário, 13h
Florianópolis (SC) - Trapiche – Av. Beira Mar, 16h
Fortaleza (CE) - Praça da Bandeira (Dq. de Caxias), 14h
Natal (RN) - Largo do Bar Astral (Pta. Negra), 14h
Salvador (BA) - Campo Grande, 14h20


3 de junho
Brasília (DF) - Catedral, 14h


25 de junho
Rio das Ostras (RJ) - Concha Acústica/Praça São Pedro




Original em Brasil de Fato

O Mafarrico Vermelho

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