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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

"os coxinhas"do Brasil e seus... : Delírios fascistoides

Delírios fascistoides
por Beth Monteiro


"Como os trabalhadores resistem aos ataques e os mais pobres são atendidos por programas sociais, a barra pesou para a classe média remediada que, não vendo uma alternativa na oposição de esquerda , ou em algum tipo de organização forte na qual pudesse confiar, se jogou nos braços da direita.

O fascismo, no Brasil, ainda não existe de forma unitária: são grupos fragmentados que surgem desconectados uns dos outros, sem um projeto que os unifique, a não ser ficarem gritando ao vento barbaridades contra Cuba e Venezuela, como se estes países estivessem impondo algum tipo de política, ou tendo qualquer influência no governo do PT.

Outros grupos histéricos, profundamente doentes, ou que se sentem desamparados aderem às seitas evangélicas de tendência fascista, e jogam a culpa de suas desgraças em cima do movimento LGBT e outras minorias oprimidas que lutam em defesa dos direitos civis e humanos."

ERA SÓ O QUE FALTAVA. Não se pode mais criticar o governo Dilma e o aprofundamento de sua política que só beneficia os banqueiros porque isto passou a significar uma “aliança espúria” com os patéticos coronéis Telhadas, Bolsonaros e Cia. Com esta atitude, petistas mais impressionistas, iludidos ou adaptados tentam calar a voz da oposição de esquerda.

Desde que o PT chegou ao governo, existe um setor da burguesia que não digeriu muito bem isto, pois, com sua paranoia, não conseguiu, depois de 12 anos, aceitar que o PT esteve e está ao lado dele como ferrenho guardião de seus lucros, em detrimento dos trabalhadores, dos pobres e oprimidos. E se mais não fez para agradar seus patrões foi porque a crise do capitalismo e a resistência dos trabalhadores não permitiram.

Hoje, uma parte da burguesia está profundamente ligada ao capital estrangeiro como sócia menor, capacho do imperialismo. Para sobreviver, à sombra das transnacionais, das oligarquias predadoras, se bate por maior entreguismo e submissão como forma de garantir suas migalhas. Outra parte da burguesia brasileira, conforme dados divulgados Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras, estão entre os maiores investidores mundiais, implantadas em diversos países, principalmente na América Latina e Estados Unidos. Este setor, de um modo geral, está satisfeito com a gerência da Frente Popular.

Portanto, não é a burguesia que está nos cascos com o governo Dilma, embora haja disputas. Quem está de fato histérica é a classe média. Mas aquela bem média mesmo; a que está no topo, a classe média rica, vai muito bem obrigada (por enquanto).

Como os trabalhadores resistem aos ataques e os mais pobres são atendidos por programas sociais, a barra pesou para a classe média remediada que, não vendo uma alternativa na oposição de esquerda , ou em algum tipo de organização forte na qual pudesse confiar, se jogou nos braços da direita.

O fascismo, no Brasil, ainda não existe de forma unitária: são grupos fragmentados que surgem desconectados uns dos outros, sem um projeto que os unifique, a não ser ficarem gritando ao vento barbaridades contra Cuba e Venezuela, como se estes países estivessem impondo algum tipo de política, ou tendo qualquer influência no governo do PT. 

ERA SÓ O QUE FALTAVA. Não se pode mais criticar o governo Dilma e o aprofundamento de sua política que só beneficia os banqueiros porque isto passou a significar uma “aliança espúria” com os patéticos coronéis Telhadas, Bolsonaros e Cia. Com esta atitude, petistas mais impressionistas, iludidos ou adaptados tentam calar a voz da oposição de esquerda.

Desde que o PT chegou ao governo, existe um setor da burguesia que não digeriu muito bem isto, pois,  com sua paranoia, não conseguiu, depois de 12 anos, aceitar que o PT esteve e está ao lado dele como ferrenho guardião de seus lucros, em detrimento dos trabalhadores, dos pobres e oprimidos. E se mais não fez para agradar seus patrões foi porque a crise do capitalismo e a resistência dos trabalhadores não permitiram.

Hoje, uma parte da burguesia está profundamente ligada ao capital estrangeiro como sócia menor, capacho do imperialismo. Para sobreviver, à sombra das transnacionais, das oligarquias predadoras, se bate por maior entreguismo e submissão como forma de garantir suas migalhas. Outra parte da burguesia brasileira, conforme dados divulgados Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras, estão entre os maiores investidores mundiais, implantadas em diversos países, principalmente na América Latina e Estados Unidos. Este setor, de um modo geral, está satisfeito com a gerência da Frente Popular.

Portanto, não é  a burguesia que está nos cascos com o governo Dilma, embora haja disputas. Quem está de fato histérica é a classe média. Mas aquela bem média mesmo; a que está no topo, a classe média rica, vai muito bem obrigada (por enquanto).

Como os trabalhadores resistem aos ataques e os mais pobres são atendidos por programas sociais, a barra pesou para a classe média remediada que, não vendo uma alternativa na oposição de esquerda , ou em  algum tipo de organização forte na qual  pudesse confiar, se jogou nos braços da direita.

O fascismo, no Brasil, ainda não existe de forma unitária: são grupos fragmentados que surgem desconectados uns dos outros, sem um projeto que os unifique, a não ser ficarem gritando ao vento barbaridades contra Cuba e Venezuela, como se estes países estivessem impondo algum tipo de política, ou tendo qualquer influência no governo do PT. 

Outros grupos histéricos, profundamente doentes, ou que se sentem desamparados aderem às seitas evangélicas de tendência fascista, e jogam a culpa de suas desgraças em cima do movimento LGBT e outras minorias oprimidas que lutam em defesa dos direitos civis e humanos.

Em alguns países do Leste e Centro da Europa, a confusão é a mesma. Ao aplicar a troika, os governos despertaram a raiva das massas que protestam sem parar, enquanto alguns setores gritam impropérios contra a Rússia que não têm nada a ver com os planos de ajustes da UE. 

A realidade não é estática. Tudo está em constante mudança. Nada impede que  manifestações isoladas não possam se transformar em um movimento amplo de cunho fascista.

Importante ficar atento, mas sem impressionismos.

Beth Monteiro

Outros grupos histéricos, profundamente doentes, ou que se sentem desamparados aderem às seitas evangélicas de tendência fascista, e jogam a culpa de suas desgraças em cima do movimento LGBT e outras minorias oprimidas que lutam em defesa dos direitos civis e humanos.

Em alguns países do Leste e Centro da Europa, a confusão é a mesma. Ao aplicar a troika, os governos despertaram a raiva das massas que protestam sem parar, enquanto alguns setores gritam impropérios contra a Rússia que não têm nada a ver com os planos de ajustes da UE. 

A realidade não é estática. Tudo está em constante mudança. Nada impede que manifestações isoladas não possam se transformar em um movimento amplo de cunho fascista.

Importante ficar atento, mas sem impressionismos.



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