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domingo, 29 de novembro de 2015

Mais de 500 jihadistas recebem atenção médica no Ziv Medical Centre de Israel

Mais de 500 jihadistas recebem atenção médica no Ziv Medical Centre de Israel
por Resumen Medio Oriente/Red Voltaire

"uma célebre jornalista do News Corp, Sharri Markson, travou conversas com alguns pacientes para coletar seus testemunhos. A jornalista pode assim verificar que mais de 500 desses pacientes são membros da Al-Qaeda feridos em combate em solo sírio.

Vários oficiais de segurança intervieram para interromper a jornalista quando esta anotava detalhes sobre a maneira como estes jihadistas são transferidos a Israel para receber assistência médica e como são enviados posteriormente para continuar a jihad na Síria.

Em setembro de 2014, o primeiro ministro israelense, Benyamin Netanyahu, foi fotografado nesse mesmo hospital enquanto visitava e felicitava os jihadistas da Al-Qaeda."
Vários jornalistas que participam de uma viagem de imprensa organizada pela Australia/Israel and Jewish Affairs Council (AIJAC) visitaram o Ziv Medical Centre, em Zefat (norte de Israel). Este hospital conta com um serviço especializado em traumatologia de guerra e colabora oficialmente com as forças armadas de Israel. Nesse marco, dito centro está prestando assistência médica a “refugiados” sírios.

Enquanto o resto do grupo de jornalistas – o redator chefe adjunto do Daily Telegraph, Ben English; o jornalista de Seven News, Alex Hart; o repórter político de Sky News, David Lipson; redator chefe da Australian Financial Review, Aaron Patrick; o chefe da seção de política do Sydney Morning Herald e do The Age, Bevan Shields – seguiam os organizadores, uma célebre jornalista do News Corp, Sharri Markson, travou conversas com alguns pacientes para coletar seus testemunhos. A jornalista pode assim verificar que mais de 500 desses pacientes são membros da Al-Qaeda feridos em combate em solo sírio.

Vários oficiais de segurança intervieram para interromper a jornalista quando esta anotava detalhes sobre a maneira como estes jihadistas são transferidos a Israel para receber assistência médica e como são enviados posteriormente para continuar a jihad na Síria.

Em setembro de 2014, o primeiro ministro israelense, Benyamin Netanyahu, foi fotografado nesse mesmo hospital enquanto visitava e felicitava os jihadistas da Al-Qaeda.

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Naquele momento, os jihadistas acabavam de sequestrar os capacetes azuis da ONU – provenientes das Filipinas e das Ilhas Fiji –, encarregados de vigiar a linha de demarcação do Golan ocupado por Israel. Durante as negociações sobre a libertação dos capacetes azuis, a ONU pagou à Al-Qaeda um resgate cujo montante foi transferido para uma conta bancária, sem que ocorresse a abertura de uma investigação para identificar o titular da mesma.

Em definitivo, os capacetes azuis acabaram se retirando da linha de demarcação. O resultado é que quem separa atualmente os exércitos de Israel e da Síria no Golan não são as forças da ONU, mas os jihadistas da Al-Qaeda.





Tradução/ fonte : Partido Comunista Brasileiro (PCB)



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