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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Psicopatas nazi-sionistas queimaram um bebê palestino! - Todo sionista é um potencial assassino psicopata sedento de sangue!

Colonos sionistas assassinaram um bebê palestino!
por Resumen Latinoamericano/Palestina Libre

"Israel é um país construído sobre mitos. E, evidentemente, não é o único. Nesse ponto, é muito parecido com seu patrono, os Estados Unidos. Para construir e manter um status mítico, uma nação deve criar uma imagem de si mesma, desde seu início, e passar essa imagem de geração em geração. A imagem criada pelos EUA é a de que o país é um farol da democracia e do capitalismo e que tudo o que faz em relação a sua política externa, mesmo quando em guerra, é sempre um feito altruísta. Para Israel, o mito é que o país é democrático e o último bastião de segurança para os judeus do mundo. Tudo que ele faz, mesmo quando isso equivale à expansão imperial, é feito em nome da defesa do Estado. 
Para manter esses mitos é preciso controlar a história. A história controlada deve ser ensinada nas escolas e apoiada pelas múltiplas mídias da nação. É preciso convencer uma população para que ela assimile a visão de mundo mítica a ponto de, se algo ocorrer que entre em contradição com essa visão, possa ser facilmente descartado como exceção à regra." partes do artigo publicado no HAARETZ
 
A raiva e a dor se espalharam pela Palestina, após o assassinato de um bebê queimado vivo e ferimento grave de seus pais e irmão em um ataque de supostos extremistas colonos na localidade de Duma, no norte da Cisjordânia.

“Mataram meus vizinhos, queimando-os. Não descarto uma Terceira Intifada”, disse à Efe Afsha Dawabsha, vizinha em Duma, concentrada junto com cinquenta mulheres próximas da família da vítima para chorá-los e mostrar seu apoio.

“Nós não somos agressivos e veja o que nos fizeram estes colonos violentos”, queixou-se.

Aproximadamente quinhentos homens da pequena localidade de três mil habitantes participaram da oração da mesquita ao meio-dia, antes de participarem do funeral de Alí Dawabsha, de um ano e meio de idade, cujos restos mortais ficaram carbonizados.

A casa do avô esteve durante toda a manhã rodeada de centenas de pessoas.

“Todo o povo despertou com os gritos. Estamos extremamente tristes e indignados”, disse à Efe no local Yaser Dawabsha, um dos primeiros a acordar e que correu para a casa. No entanto, quando chegou “o bebê já estava morto”.

“A única coisa que pude fazer foi desconectar o gás. A casa já estava totalmente queimada”, explicou angustiado.

Os residentes deste pequeno povoado próximo de Nablus estão se sentindo desmoralizados e enfurecidos pelo fato de que as autoridades israelenses “não fazem nada para controlar os colonos, que atacam as casas, matam as ovelhas e, agora, matam as crianças”, disse à Efe um vizinho da localidade.

As principais autoridades israelenses condenaram duramente o ataque e a Organização pela Libertação da Palestina (OLP) responsabilizou o governo de Benjamín Netanyahu por não colocar fim à violência colônias nos territórios ocupados, onde geralmente os ataques contra palestinos ficam sem punição.

A OLP considera o evento “consequência direta de décadas de impunidade que o Executivo israelense deu ao terrorismo colono” e assegura que desde 2004 ocorreram “mais de 11.000 ataques de colonos contra habitações, carros, igrejas, mesquitas, árvores e outras propriedades palestinas com total impunidade”, assegurou o secretário geral da organização, Saeb Erekat.

As autoridades palestinas anunciaram que levarão este caso à Corte Penal Internacional.

“Os palestinos necessitam de justiça. Não acreditamos nessas notas de condenação israelenses, eles são responsáveis pelo que ocorre. Se esses colonos estão aí, é por uma decisão política de Israel. Estão protegidos por Israel. Israel não pode agora surpreender-se pelos crimes cometidos por uma cultura de ódio que eles mesmos implantaram”, declarou à Efe Xavier Abú Eid, porta-voz da OLP.

As autoridades israelenses emitiram uma ordem de censura sobre o caso e, até o momento, não anunciaram a detenção de suspeitos.

O ataque aconteceu às duas horas da madrugada com o lançamento de coquetéis Molotov sobre duas casas palestinas em Duma, próximo de Nablus, que estavam pintadas com dizeres em hebreu e com a estrela de Davi.

As pinturas diziam “Longa vida ao Messias”, “Vingança” e “Lista de preços”, expressão utilizada para assinalar que um prejuízo aos colonos deve ser “pago” com outro prejuízo aos palestinos.

Além do falecimento do bebê, Alí Dawabsha, no incêndio ficaram feridos com gravidade seus pais, Saed e Rihan, de 32 e 27 anos, e seu irmão Ahmad, de quatro anos.

O pai está em situação de extrema gravidade, com queimaduras em mais de 70% do corpo. O pequeno possui queimaduras nas pernas, enquanto a mãe também está em estado grave.

Os ataques ocorreram após uma semana de protestos de colonos contra a demolição, executada na quarta-feira, de dois edifícios no assentamento de Beit El e a expulsão de centenas de colonos de Samur, no norte da Cisjordânia, evacuado forçosamente há dez anos e ao qual exigiam voltar.

O presidente israelense, Reuvén Rivlin, prometeu que “os assassinos serão encontrados” e disse que ia visitar os feridos.

Israel reforçou a segurança desde a primeira hora da manhã em Jerusalém, onde impediu a entrada na Explanada das Mesquitas de rapazes palestinos com menos de 50 anos para a oração do meio-dia, na Cisjordânia e em lugares de recreação ou com a presença massiva de israelenses no fim de semana.

Na última hora da manhã, registrou-se um ataque com disparos de um carro contra um veiculo israelense no Vale do Jordão, no leste da Cisjordânia, que não deixou feridos.

A ONG israelense Betselem denunciou que hoje “um menino queimado era apenas questão de tempo, tendo em vista a política de não execução das leis sobre os colonos violentos” e lembrou que em muitos ataques passados “a Polícia nem sequer se preocupou em tomar medidas de investigações elementares”.

“O relógio avança em contagem regressiva para o próximo ataque, e para os demais”, advertiu esta ONG.




Fonte/Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)



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