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domingo, 12 de janeiro de 2014

Teias das intrigas da Igreja e do Capital

Teias das intrigas da Igreja e do Capital
por Jorge Messias
 
 
E se a fome exterminar milhões de seres humanos, tanto melhor: é preciso que morram.

A fome é «apenas» um dos elos da amarra diabólica da miséria e da desigualdade entre ricos e pobres imposta pelo capitalismo. Um encadeamento que passa pela exploração do trabalho, pela supressão de direitos e garantias, pelo desemprego, pela corrupção e pela miséria. Calcula-se que, em cada dia que passa, mais de 120 mil pessoas morrem à fome em todo o mundo. Que a pobreza extrema esmague 75% da população mundial. E que as três maiores fortunas mundiais e pessoais correspondem à soma das 48 economias dos países mais pobres.

É evidente que a condenação pura e dura do neocapitalismo não é de esperar da parte dos responsáveis da Igreja católica ou de outras formações religiosas internacionais. Seria o caso da Igreja a auto criticar-se e a mudar repentinamente o sentido da sua intervenção política. Espantoso milagre em que ninguém acredita!

As grandes centrais do Vaticano cumprem a sua parte do contrato. Não importa que sejam católicos muitos dos que padecem para engordarem os interesses dos ricos e dos papas.

O que qualquer de nós pode, no entanto, constatar é que o processo de concentração dos poderes políticos e financeiros caminha rapidamente no sentido da reconstrução do estado nazi e dos impérios dos monopólios mundiais de mercado. A Democracia (da qual uma vez por outra ainda se fala) é sonho do passado.
 


A fome no mundo deve ser motivo de uma enorme atenção. A leitura dos factos a ela ligados é, verdadeiramente, uma lupa que permite ver mais claro o que se passa no mundo. É através da fome e da sua aceitação como facto natural que os fortes dominam os fracos e a tirania se consolida e alastra a toda a terra.

O Vaticano tem tradicionalmente aproveitado a sua entidade religiosa para fazer uma dupla leitura das práticas e das políticas que conduzem à fome mundial crescente. Se, por um lado, condena, em teoria, o capitalismo selvagem, a corrupção, a ambição do poder, a fraude financeira e a distibuição classista das riquezas, por outro lado, pratica activamente todos estes crimes que condena. As páginas da Internet e as colunas dos jornais não cessam de acumular dados sobre escândalos eclesiáticos e financeiros que responsabilizam as hierarquias religiosas ou por ela são consentidos. Bancos e fundações, colégios e seminários, operações ilícitas com lavagens de dinheiro, bolhas imobiliárias, filantropia de risco, caridade lucrativa, tudo o que dê altos lucros atrai a sofreguidão dos piedosos saqueadores...

A fome é «apenas» um dos elos da amarra diabólica da miséria e da desigualdade entre ricos e pobres imposta pelo capitalismo. Um encadeamento que passa pela exploração do trabalho, pela supressão de direitos e garantias, pelo desemprego, pela corrupção e pela miséria. Calcula-se que, em cada dia que passa, mais de 120 mil pessoas morrem à fome em todo o mundo. Que a pobreza extrema esmague 75% da população mundial. E que as três maiores fortunas mundiais e pessoais correspondem à soma das 48 economias dos países mais pobres.

É evidente que a condenação pura e dura do neocapitalismo não é de esperar da parte dos responsáveis da Igreja católica ou de outras formações religiosas internacionais. Seria o caso da Igreja a auto criticar-se e a mudar repentinamente o sentido da sua intervenção política. Espantoso milagre em que ninguém acredita!

O que qualquer de nós pode, no entanto, constatar é que o processo de concentração dos poderes políticos e financeiros caminha rapidamente no sentido da reconstrução do estado nazi e dos impérios dos monopólios mundiais de mercado. A Democracia (da qual uma vez por outra ainda se fala) é sonho do passado. No presente, cumpre aos governos cilindrarem os trabalhadores, as classes médias e policiarem as próprias fortunas dos ricos. Estas, ou se fundem e crescem ou desaparecerão para darem lugar a outras ainda maiores… E se a fome exterminar milhões de seres humanos, tanto melhor: é preciso que morram.

As grandes centrais do Vaticano cumprem a sua parte do contrato. Não importa que sejam católicos muitos dos que padecem para engordarem os interesses dos ricos e dos papas. E ainda que seja à custa da imagem pública da Religião.

Já não é fácil conduzir em silêncio os rebanhos ao matadouro

 
 
Breves:
 
«Nós teremos um Governo Mundial, quer vocês gostem ou não. A única questão que se coloca é saber-se se ele resultará da conquista ou do consenso. É preciso efectuar o total controlo sobre a população do planeta e reduzir drasticamente em dois terços a humanidade. Ainda que o nome Nova Ordem Mundial seja o mais frequentemente usado, nesta fase, para classificar quem quer que se envolva na presente operação, a definição de quem nela intervém continua a ser algo complexo e pouco claro» (Paul Warburg, banqueiro israelita, perante o Senado norte-americano, 17 de Fevereiro de 1950).

«O governo único mundial funciona exatamente como a Internet: é um sistema sem centro geométrico cujos fluxos de alimentação podem ter origem numa zona local fora de serviço. As suas principais instâncias executivas são a OCDE, o FMI, o Banco Mundial, a Comissão Europeia – com destaque para o grupo de Bildelberg – o Banco Central Europeu, a Trilateral, o Forum Eeconómico, o Conselho das Relações Externas USA, o Clube de Roma, o Clube dos 300 e os Illuminati, organismo ultra-secreto do Vaticano que procura implantar a Novus Ordo Seclorum ou Nova Ordem para o Século dos Séculos» (Amarildo Silva, USA, Facebook, 2010).

«O Comité dos 300 governa o mundo através de um império com sede em cidades-estados que não pagam impostos e obedecem às suas próprias leis, como a City de Londres, o distrito de Colômbia nos EUA ou a Cidade do Vaticano!» (Real Newes, “O Comité dos 300”, Abril de 2013). 



Fonte: Avante



Mafarrico Vermelho


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