A CIA ordenou a substituição: avaliação manipulada de Uribe para dar aparência mais limpa à continuação de genocídio e saque.


A CIA ordenou a substituição: avaliação manipulada de Uribe para dar aparência mais limpa à continuação de genocídio e saque.

Por Azalea Robles



A CIA decretou a substituição. Os detentores do grande capital continuam se escondendo sob a aparência de legalidade e legitimidade.
O referendo da reeleição terminou. A notícia encheu muitos de alegria. É certo que ver contrariados os caprichos de ditadorzinho do sinistro presidente Uribe dá um quê de satisfação, porém não devemos nos enganar. Isto, na realidade, não muda nada... Porque o que existe na Colômbia é um Estado Criminoso.
Que seja Uribe o presidente, que seja Santos, que seja Sanín, Pastrana... Que seja qualquer um dos candidatos da lista que fique. Eles não podem esquecer de alguns pontos básicos da realidade. Porque o que convém realmente ao povo colombiano é que cesse o genocídio e os frequentes saques. Não é somente mudar um presidente. Vejamos alguns pontos fundamentais para a análise da realidade.


1. O Estado colombiano é o instrumento da oligarquia e das multinacionais
para saquear a Colômbia.


O Estado colombiano é uma estrutura repressiva, composta de instituições que se complementam entre si, para alcançar um só objetivo: gerar a acumulação de capital em poucas mãos.
A viabilização do saque dos recursos é a tarefa do Estado colombiano. Neutralizar o descontentamento social e a reivindicação é a principal atividade do Estado para que as multinacionais e oligarquia possam saquear tranqüilas. O que chamam de “segurança nos investimentos” é, na realidade, total liberdade de saque. Ainda que seja mediante o extermínio da população... Basta observar os pressupostos militares destinados a reprimir o descontentamento social (militares, polícia, DAS (1), redes de informantes (2), operações clandestinas e de espionagem). Basta observar a privatização dos serviços básicos. Os raquíticos “pressupostos sociais” na Colômbia atuam mais como “pressupostos de consolidação” que como pressupostos sociais (ação integral, ação social, famílias em ação, guardas florestais...). Todas essas estruturas captam recursos destinados ao social e são, na realidade, o fortalecimento do projeto fascista de sociedade, do látego paramilitar, da rede de informantes e do despojo sofrido por milhões de colombianos.
A destruição da natureza e do povo colombiano é o resultado do saque. O povo colombiano sofre um empobrecimento brutal em um dos países mais ricos do planeta. Segundo a CEPAL, mais de 49.2%da população da Colômbia vive abaixo da linha de pobreza e 14.7% em indigência. As cifras das crianças vítima da pobreza na Colômbia são aterrorizantes: 45% delas são pobres e17% indigentes. Na Colômbia, morrem anualmente 20.000 de crianças menores de cinco anos por causa da falta de água potável, da guerra econômica declarada pela oligarquia e as multinacionais contra o povo colombiano.


2. Guerra militar para calar resistências à guerra econômica: as estruturas e estratégias do Estado estão dirigidas à repressão e ao terrorismo de Estado.


A lógica é reprimir o descontentamento social ante ao empobrecimento que esfomeia e assassina. Neste contexto de espólio e empobrecimento, o Estado se ergue como defensor dos interesses econômicos da oligarquia e das multinacionais. E é dentro desta lógica que pratica a tortura, execuções extrajudiciais, bombardeios, montagens judiciais, montagens midiáticas... etc. A estratégia paramilitar (3), os "falsos positivos", a guerra midiática, os desaparecimentos forçados, os assassinatos de sindicalistas, o descomunal exército (o maior da América Latina (4))... São estruturas e estratégias que obedecem a uma classe específica, que não perde o poder ao perder Uribe. Vários paramilitares da estratégia paramilitar do Estado colombiano confessaram 30.470 assassinatos (5), segundo um informe das audiências da “Justiça e Paz”, publicado em fevereiro de 2010. A estratégia paramilitar segue ativa, perpetrando massacres para provocar deslocamentos de famílias inteiras e perpetrando assassinatos seletivos de líderes sociais. Assim, vem sendo denunciadas numerosas organizações de Direitos Humanos. Pese que o Estado diga que “os paramilitares estão desmobilizados”... A “desmobilização dos paramilitares”... Essa é outra mentira que buscam esconder com um legalismo cínico que ofusca a realidade objetiva do terrorismo de Estado.
Manejarão o próximo presidente de igual maneira, com o agravante: muita gente vai acreditar ingenuamente que “agora é diferente” ou “é melhor que com Uribe”...
O terrorismo de Estado na Colômbia desapareceu com mais de 50.000 pessoas (6). O terror estatal forçou a fuga de mais de 4,5 milhões de pessoas suas próprias terras. Possui encarceradas, graças às montagens judiciais, mais de 7.500 presos políticos.
Em meio à euforia que nos causa ver Uribe perder sua soberba por conta da derrota da possibilidade de reeleição, devemos nos perguntar: E o que vem agora? Todo o trabalho feito durante anos contra a guerra midiática para demonstrar a estratégia (e estrutura) paramilitar e narcotraficante do Estado colombiano, se vão junto ao traste da presidência da Colômbia cujo personagem cristaliza o engendro narco-paramilitar? Ainda que permaneça intacta a estrutura e o sistema?... A oligarquia tem o monopólio criminoso das terras. O aparato repressor segue de pé. A dívida externa é vinculada à escravidão. A ocupação do país por parte das marines dos EUA e da CIA é um fato e, sobretudo, seguem mandando mascarar multinacionais saqueadoras, devoradoras de árvores e povos...
A satisfação que causa ver contrariado o despotismo de Uribe fez perder o sentido a análise de muitos. Porém, devemos aprofundar a análise e não deixar que a euforia nos nuble a vista. Temos que denunciar o Estado colombiano como estrutura. Denunciá-lo por sua funcionalidade (viabilizar o saque e o enriquecimento de poucos à custa do empobrecimento das maiorias) e pelos métodos que implementa para fazer viável sua Função.
Devemos mostrar a ilegitimidade e ilegalidade do Estado colombiano em seu conjunto. Não deixar que a oligarquia alcance uma operação midiática que nos vá distanciar ainda mais do povo. A oligarquia pretende mascarar a ilegalidade e ilegitimidade do Estado, escondendo as mais visíveis manchas de sangue.
Devemos denunciar que renovar a aparência, não é mudar estruturas. Como povo, queremos mudanças estruturais, que é o que impedirá que continuem morrendo dezenas de crianças de fome, diariamente, em um dos países mais ricos do mundo.


3. A acumulação de terras em mãos de latifundiários e multinacionais, mediante o uso da ferramenta paramilitar, vem sendo um fato com Uribe, com Pastrana... e antes...


O que a Colômbia necessita é de uma reforma agrária que devolva as terras aos camponeses expropriados e que redistribua milhões de hectares de terras....
É preocupante ver como debates fundamentais para o país vêm sendo substituídos por considerações e conceitos impostos pela mesma oligarquia. Nenhum candidato à presidência tem em seu programa a reforma agrária e nem as mudanças estruturais urgentes para sair do genocídio econômico, social e repressivo que vive a Colômbia.


4. Ocupação EUA


Colômbia é um país ocupado (7). Este é um tema que se deve fazer frente. Não podemos aceitar as bases militares dos EUA, nem que as Brigadas do Exército protejam, à maneira das guardas privadas, os oleodutos das multinacionais, como OXY, como é o caso em Arauca, por diretrizes da própria Ann Patterson ou do Comando Sul dos Estados Unidos...


5. A decisão estratégica da CIA: continuidade do genocídio com um “lifting” para a aparência.


A CIA entendeu isso.
Trocar Uribe por um “limpo”, mas que continue o caminho do terrorismo de Estado. Que permaneçam os “falsos positivos” (8), os auto-atentados macabros (9), os bombardeios (10), os paramilitares reciclados em paramilitares, as agressões à região, a fome, a fuga forçada como método de monopolizar terras. A CIA vê as coisas claras. Vamos entender o que pretendem com suas estratégias?
Recordemos a presença do chefe da CIA no momento da determinação dos magistrados da Corte Constitucional. No dia 26 de fevereiro, sexta-feira, o diretor da CIA, León Panetta, se reuniu na Colômbia, de forma privada, com o presidente Uribe e funcionários colombianos da área de segurança. Ajustando estratégias para o futuro e, talvez, explicando ao seu fiel servidor Uribe o porquê de já não convir que ele ocupasse o cargo de presidente. E a Uribe não restava outra alternativa que a de obedecer e frear qualquer plano de armadilha. Lembremos que ele é o número 82 numa lista de narcotraficantes mais procurados do mundo, elaborada pela DEA dos Estados Unidos (11) (nos perguntamos ainda como não conseguiram “localizá-lo”?). O governo norte-americano abriu o expediente nº 82 da lista dos narcotraficantes mais perigosos do mundo, que repousa na CIA, quando Uribe era diretor da aeronáutica civil e dava permissão a todos os aviões, avionetas e helicópteros de narco-colombianos e internacionais, como o de seu amigo Escobar, os Ochoa, Castaño e etc. O expediente se encontra vigente, pronto para ser ativado à menor desobediência às ordens dos Estados Unidos. Talvez o agente e diretor Panetta teve que relembrá-lo à Uribe nessa sexta-feira. Porém isso são detalhes...
A prática do genocídio (12) é inerente ao Estado colombiano, já que sua função é viabilizar o saque dos recursos e silenciar aqueles que reivindicam Justiça Social. Esse é o tema fundamental.


6. Relegitimar a democracia eleitoreira e desfazer-se de uma “mancha indelével”

O que farão é colocar outro deles, outra marionete que represente a oligarquia sanguinária e fazer as pessoas acreditarem no conto da “democracia eleitoreira”.
Se trata de uma grande operação midiática, cujo fim é dar legitimidade ao sistema na Colômbia... Os responsáveis vão se encarregar de ressaltar o “caráter democrático” de um país em que “a corte pode refrear a reeleição”. O que está claro é que, nos últimos meses, a mancha indelével incrustada na pessoa de Álvaro Uribe Véles mostrava-se incômoda para preservar a aparência da democracia. Vale ressaltar que por trás dela sempre se escondeu a sanguinária oligarquia da Colômbia. Portanto, era urgente desfazer-se de Uribe. A decisão final foi tomada pela CIA. A mesma que instruiu os militares e paramilitares no manejo da tortura e quem maneja o narcotráfico na Colômbia, com o qual financia suas operações clandestinas (golpes de Estado, paramilitarismo, desestabilização). Recordemos que, da vez passada, quando a CIA queria Uribe reeleito, nenhuma instituição se interpôs (nem a corte). A fraude, coerção e amedrontamento foram os mecanismos empregados para alcançar a reeleição. Se dessa vez fizeram o desejado, a corte não era um problema. Existem muitos métodos que a oligarquia usa para fazer obedecerem a “democracia” as “cortes” e as instituições em gerais. Esses métodos que vem sendo amplamente comprovados na Colômbia. Vem desde oferecer dinheiro a troca de votos ou decisões, até o assassinato, passando pelas ameaças contra pessoas físicas e seus familiares. Tudo isso com comprovados resultados.
Esta decisão é parte da legitimação de um sistema genocida e não a “vitória da democracia”. É uma arremetida midiática contra o povo ao apresentá-lo como ele não é. E sim, nos alegra que a soberba de Uribe tenha recebido um “Não”, porém não devemos perder de vista que o mais importante não é o Uribe. O mais importante é mudar um sistema que perpetua o genocídio contra o povo colombiano, se embasando na aparência de “democracia”.


7. História: 5000 militantes da UP exterminados pelo Estado e a farsa da “democracia” eleitoreira.


Os que monopolizam o capital, os poderes e os grandes empresários da mídia sabem que eles não perdem nada ao retirar Uribe. Ao contrário, ganham ao desfazerem-se de um elemento demasiadamente manchado à luz pública. A mudança de presidente forma uma parte da farsa eleitoreira e da farsa de uma “legalidade” que a mesma oligarquia regula: o medo, o crime e o negócio.
Recordemos a alternância do poder entre o Partido Liberal e o Partido Conservador, por trás do pacto da oligarquia para cimentar seus grandes latifúndios, em 1957. A oligarquia colombiana vem cimentando impérios de latifundiários nascidos de massacres e fugas perpetrados durante anos contra o povo. Assim, ocorreu durante a época chamada “A Violência”, que os livros escolares de história mostram como uma época de violência absurda entre liberais e conservadores. Na realidade, foi uma época de despojo, de guerra de latifundiários contra os camponeses. Uma guerra para conseguir capitalizar as terras que se fantasiou ante o povo como fratricida, por questões político-partidárias. Esta época histórica d' “A Violência” nasceu com o assassinato de Gaitán, um líder popular do Partido Liberal. Apesar de ser do Partido Liberal, este líder não respondia aos interesses da oligarquia liberal. Ele era movido por noções de justiça social, o que provocou o seu assassinato pela CIA, em abril de 1948. Mais tarde, se saberia que a CIA, a cúpula do mesmo Partido Liberal e a oligarquia conservadora planejaram seu assassinato. O motivo foi que Gaitán semeava noções de justiça social e reforma agrária. No ano de 1957, o Partido Liberal e o Partido Conservador formaram uma aliança chamada Frente Nacional e decretaram que alternariam no poder: 4 anos para um e 4 anos para outro. Em definitivo eram os mesmos, pois ambos partidos eram da oligarquia. As grandes famílias que alargaram seus latifúndios, os paramilitares da época (pájaros e chulavitas) e o aparato repressivo do Estado, temerosos ante a reação popular ao despojo, se uniram.
Essa alternância da “Frente Nacional”, que revestia uma aparência de “paz” e de “democracia”, já era parte deste jogo macabro da “democracia” eleitoreira.
Recordemos, também, ao extermínio da UP, na história recente da Colômbia. O extermínio físico e sistemático da União Patriótica, é a recente prova do que é exatamente a “democracia” eleitoreira na Colômbia. É uma farsa midiática que oculta perpetuação do saque mediante o genocídio político. A União Patriótica foi um partido político de esquerda, criado a partir de acordos de paz entre o governo de Belisario Betancurt e as FARC, em 1985. Era uma proposta política legal de vários atores sociais, entre eles as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o Partido Comunista Colombiano, outros movimentos sociais como a Coordenadora Trabalhadora Camponesa, sindicatos, associações camponesas e pessoas de outros setores. O partido agrupava mulheres e homens que tinham em comum a reivindicação pela justiça social. A União Patriótica, pese o fato de não contar com as milionárias campanhas dos partidos tradicionais, obteve grande simpatia e votação da população colombiana, já que seu programa correspondia às necessidades objetivas. Obteve suas maiores votações nas regiões do Nordeste, Bajo Cauca, Magdalena Medio, Urabá, Chocó, Arauca e Área Metropolitana de Medellín. Todas essas regiões seriam arrasadas pelo Exército e o braço paramilitar nos anos seguintes. Durante as eleições de 25 de maio de 1986, a UP elegeu 5 senadores, 9 representantes, 14 deputados, 351 vereadores e 23 prefeitos. Dos candidatos presidenciais, 8 congressistas, 13 deputados, 70 vereadores, 11 prefeitos e milhares de seus militantes foram assassinados pelas forças do Estado colombiano. Ante o extermínio, muitos militantes se exilaram para preservarem suas vidas e outros ingressaram à guerrilha, como foi o caso de Simón Trindad (13).
A União Patriótica não pode participar de forma efetiva das mudanças políticas, pois foi exterminada pelo Estado colombiano. O assassinato contou com seus paramilitares, suas polícias e militares mais de 5.000 militantes. Muitos guerrilheiros que haviam deposto as armas para entrar na vida política legal, foram massacrados pelo Estado. Inúmeros militantes da UP, que não provinham da guerrilha, também foram executados. Em 1993, se interpôs ante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) uma representação contra o Estado colombiano pelo genocídio à UP. O plano do Estado e da CIA para exterminar a UP, se denominou “Baile Rojo” (Baile Vermelho) (14).


8. Enriquecimento e empobrecimento, luta de classes e “democracia eleitoreira”


É claro o vínculo intrínseco entre enriquecidos e empobrecidos. Entre saque e empobrecimento. Entre espólio perpetrado pelas multinacionais da extração de recursos estratégicos, da agro-indústria e populações sem-terras e despojadas (mais de 4,5 milhões na Colômbia). É claro que os povos não assistem morrer seus filhos de fome sem reclamar e, é evidente, que a repressão é a resposta dos saqueadores para as justas reivindicações dos povos. Se queremos mudar a situação de genocídio em que vive a Colômbia, devemos ir à raiz dos problemas.
Debaixo da aparência de “democracia” se escondem os saqueadores e repressores. É um cinismo funcional. Sua principal função é esclerosar a compreensão da realidade.
Com a ficha de Uribe, não era mais possível dar prosseguimento ao projeto. A CIA decretou a troca. Os detentores do grande capital, para avançarem, lançam mão da máscara da legalidade e legitimidade para se encobrirem.


NOTAS:
(1) Confissões paramilitares relatam que 80% da informação que recebem da DAS, a polícia política secreta, e outros 20% de outras organizações de segurança do Estado. O DAS entregava listas de pessoas para que fossem assassinadas pelos paramilitares. Só de uma lista de 20 nomes e sobrenomes foram assassinados seis sindicalistas em 2005. Cinco de seis ex-chefes do DAS confirmam que Uribe sabia o que eles faziam. É dito: guerra total contra toda a oposição do povo.http://www.kaosenlared.net/noticia/colombia-policia-politica-secreta-suministraba-listas-paramilitares



(3)Sobre a Estratégia paramilitar do Estado colombiano:
Massacre do Aro, militar e paramilitar: http://www.elespectador.com/noticias/judicial/articulo91305-mancuso-dice-fuerza-publica-le-ayudo-masacre-del-aro
Mancuso em audiência aponta General Rito Alejo del Río como coordenador dos paramilitares: http://www.youtube.com/watch?v=3WlH5RpofaU
Alias 'H.H' revela vínculos de AUC com Byron Carvajal e Rito Alejo del Río: http://www.elespectador.com/noticias/judicial/articulo116951-alias-hh-revela-vinculos-de-auc-byron-carvajal-y-rito-alejo-del-rio






(8)Os chamados “falsos positivos” são crimes de Estado: são civis assassinados por membros do Exército, que depois o Exército faz passar por “guerrilheiros mortos em combate”:http://www.kaosenlared.net/noticia/usa-uribe-versus-venezuela-pueblo-colombiano-entre-expolio-falsos-posi
Documento do MOVICE (Movimento Nacional de Vítimas de Crimes de Estado) http://www.youtube.com/watch?v=4WPjBkSyCus&feature=related





(12)Terrorismo de Estado na Colômbia. Utilização do terror mediante a Estratégia paramilitar: o objetivo é infundir pânico na população sobrevivente, para paralisar a reivindicação social
Da utilização de animais nas torturas e desaparecimentos: http://www.colectivodeabogados.org/UN-CAMPO-DE-CONCENTRACION-Y
http://www.cambio.com.co/paiscambio/831/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR_CAMBIO-5346135.html
Esquartejar pessoas vivas: “(…) Se treinava para matar picando camponeses vivos” http://www.eltiempo.com/archivo/documento/CMS-3525024



(14)Extermínio da UP: plano “Baile Rojo”. Documentário sobre o genocídio da União Patriótica: http://video.google.com/videoplay?docid=8981304868098159223&ei=PpiKS7CINMag-Ab6tKD0BA&q=el+baile+rojo

Tradução: Maria Fernanda M. Scelza


texto recebido via e-mail por : "Secretaria Geral - PCB" secretariageral.pcb@gmail.com

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