Pesquisa Mafarrico

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Brasil: A financeirização da burocracia sindical é um processo que divide fundamentalmente a classe trabalhadora e enfraquece a defesa de seus interesses históricos

A financeirização da burocracia sindical no Brasil


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Escrito por Alvaro Bianchi e Ruy Braga  

Fonte:Correio da Cidadania    


Aproximam-se as eleições para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Trata-se não apenas do maior sindicato da categoria do país - e isso já bastaria para que o pleito atraísse a atenção de todo o movimento sindical brasileiro. Mas essa eleição também tem um alcance maior que deve ser levado em consideração: o de definir os rumos de uma entidade que cumpre atualmente um papel estratégico na ordem política atual.


O grande capital financeiro está a pôr-se a salvo

Rivalidades
Por Jorge Cadima
Fonte: Avante!
 
 
A crise dos centros mundiais do capitalismo agrava-se rapidamente. O desastre que se avizinha, e a incapacidade do imperialismo o evitar, acirra todas as contradições e rivalidades, num «jogo do empurra» de consequências imprevisíveis.

KKE (PC GREGO) defende com mais intensidade a posição de que o povo deve tomar nas suas próprias mãos a propriedade dos meios de produção, assim como dos recursos naturais

Greve de 48 horas: a resposta aos novos dilemas intimidantes do governo e da UE
Fonte: KKE http://inter.kke.gr/News/news2011/2011-06-22-info

Após três dias de discussão no Parlamento, o retocado governo obteve, na terça-feira, 22 de junho1, um voto de confiança, com os votos dos parlamentares do PASOK2. 155 membros do Parlamento, dos 298 que participaram no processo, deram um voto de confiança ao governo, enquanto 143 votaram contra.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Colombia: Pela paz e o Socialismo

47 anos de batalhas pela paz da Colômbia a partir da resistência armada
Rede Bolivariana

 
Colombianas e colombianos, irmãos e irmãs da América Latina:
Neste mês de maio completam-se 47 infaustos anos de morte traiçoeira, de persecução implacável, de prisões injustas, de negação de direitos fundamentais aos cidadãos, de despojo de terras e moradias, de desterros e êxodos forçados, de enriquecimentos imorais e ilícitos e de empobrecimento violento, tão violento como a própria pobreza, causados pelos diferentes governos que exerceram o poder para a minoria opulenta da Colômbia.

São 47 anos de violência partindo desde o dia em que o bipartidarismo liberal-conservador personificado no excludente, corrupto e infame pacto de alternância presidencial da Frente Nacional (vigente entre 1958-1974), no governo de Guillermo León Valencia, tomou a decisão de rumar o curso histórico da pátria pelos despenhadeiros da barbárie, lançando a maior ofensiva militar que até o momento se conhecera na América Latina, com mais de 16 mil efetivos da força armada governamental e orientada a partir da Casa Branca, em sua estratégia para o controle geopolítico do continente e contenção dos ventos de dignidade e independência que sopravam desde a Revolução Cubana, articulado no Plano LASO (Latin American Security Operation) para aniquilar o campesinato de Marquetalia. É que a violência e a submissão perante o amo imperial, foi por excelência a conduta política das classes dominantes na Colômbia.

Há verdades que incomodam as classes que detêm o poder e seus porta-vozes, como a de que a violência é a característica principal de sua conduta política. É por isso que lançam às vistas toda a sua maquinação midiática para fazer de suas trapaças e mentiras "verdades oficiais", como a justificativa para a agressão às comunidades agrárias em Marquetalia sob o estigma de "repúblicas independentes", quando o coro da irracionalidade no congresso da República, encabeçado pelo senador ultraconservador Álvaro Gómez Hurtado incitou o terror para expulsar a sangue e fogo a resistência em Marquetalia, por cima do clamor nacional de paz que os acompanhou, obrigando-os a proferir a resistência das FARC-Exército do Povo que cresce imbatível acompanhada de amor, esperanças, iniciativas e críticas dos colombianos.

domingo, 19 de junho de 2011

Portugal: Mário Soares – à semelhança do criminoso que volta ao local do crime para apreciar a obra feita - desdobra-se na revelação de toda a sua dimensão de conspirador sem escrúpulos

A escolha certa
Por José Casanova
Fonte: Avante !


À medida que a idade lhe vai pesando, Mário Soares – à semelhança do criminoso que volta ao local do crime para apreciar a obra feita - desdobra-se na revelação de toda a sua dimensão de conspirador sem escrúpulos. De Carlucci à hierarquia reaccionária da igreja católica, sustentáculo do fascismo, não há inimigo do Portugal de Abril ao serviço de quem Soares não se tenha colocado. E gaba-se disso.




sábado, 18 de junho de 2011

Brasil: O saque e a rapinagem da nação

O grande saqueio da nação
Por Mário Lúcio de Paula   
Fonte: Jornal A Nova Democracia


Sem isentar aqueles que disputam as migalhas restantes da sangria de nossa nação, é preciso, em primeiro lugar, denunciar o grande saqueio, em curso há mais de cinco séculos. Enquanto ministros, senadores e deputados se batem, invejosos de quando um possa ter ganhado a mais que o outro, para a nação o que importa é o quanto eles entregaram e seguem entregando ao imperialismo, ao latifúndio e à grande burguesia.


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Agressões Imperialistas: Rede de lutas e contradições

Lutas e contradições imperialistas
Fragmentos artigos do KKE- O Mafarrico Vermelho


“Um trabalhador ilude-se a si próprio se acredita que o sistema político burguês pode funcionar no interesse do povo. O sistema político burguês não pode ser corrigido, tem de ser derrubado.”


Os mais poderosos monopólios, as uniões imperialistas e as potências imperialistas emergentes envolveram-se numa rede de luta e contradições.

No quadro do sistema imperialista, as classes burguesas procuram “eixosde alianças e procedem a alianças e compromissos de modo a se beneficiar da luta pelos recursos naturais e pela partilha dos mercados.


Os cristãos vivem um momento difícil de esperança a roçar o desespero

Mudança ou morte
Por Jorge Messias
Fonte: Avante!


«Os cristãos vivem um momento difícil de esperança a roçar o desespero. Esperança, na profunda renovação da Igreja. Desespero perante as pertinazes resistências oferecidas, sobretudo, pelos mais altos responsáveis eclesiásticos, ao ritmo de evolução anunciado pelo Concílio (Vaticano II).

Não se oculta que esta vivência atinge uma minoria de cristãos (presbíteros ou leigos). A grande maioria não sente qualquer necessidade de renovação. Uns, porque têm nas mãos as alavancas da condução da vida oficial da Igreja. Esses, temem perder a sua incontestada dominação e tudo tentam para que nada mexa...São os patrões da religião.

Outros, porque estão modelados por um sistema de alienação que não lhes permite o exercício do espírito crítico sobre a situação de infantilismo religioso a que estão reduzidos. São os escravos da religião cuja função é sevirem-se da mercadoria religiosa e sustentarem os mandarins».
Padre Felicidade Alves («Enquanto a esperança não morre», 1969).


Para quem esqueça facilmente a História: o padre Felicidade Alves foi um notável pensador dos tempos inacabados da «Teologia da Libertação» e um corajoso antifascista. Sobretudo os católicos deveriam recordá-lo. Hoje, tal como então, a hierarquia eclesiástica continua a envolver-se nos mais repugnantes crimes contra a humanidade. Assim, para ajudar a que a memória se mantenha, vamos arquivar nestas colunas algumas pistas a desenvolver em investigações futuras.

Portugal: Estes são tempos de guerra. Guerra contra este caminho que, a não ser travado, nos vai levar ao desastre

Tempos de guerra
Por João Frazão
Fonte:Avante!



A brutal ofensiva ideológica a que o povo português está sujeito está a atingir limites que, seguramente, qualquer um de nós dificilmente poderia imaginar.

Tendo com objectivo central veicular a ideia de que não há alternativa ao rumo das últimas três décadas, anda para aí toda a corte de espertos e peritos em tudo e em coisa nenhuma, qual picaretas falantes (a expressão não é minha, mas é tão apropriada que não resisto), pegando na teoria dos mais variados e criativos ângulos, para chegarem todos à mesma conclusão.

Assassinos da OTAN/NATO fazem festim de sangue na Lìbia

A Líbia sob fogo da OTAN: um festim de sangue
Por Cynthia McKinney
Fonte: O Diário

É claramente evidente que a OTAN excedeu o seu mandato, mentiu acerca das suas intenções, é responsável por assassínios extra-judiciais, tudo em nome da “intervenção humanitária”.

No período em que integrei o Comité de Relações Internacionais no Congresso, entre 1993 e 2003, tornou-se-me evidente que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) constituía um anacronismo. Fundada em 1945, no final da II Guerra Mundial, a OTAN foi criada pelos EUA como resposta à sobrevivência da União Soviética enquanto Estado Socialista. A OTAN constituía o garante político, para os EUA, de que a dominação capitalista sobre as economias Europeia, Asiática e Africana iria prosseguir. E esta garantia assegurava também a sobrevivência do apartheid global então existente.

A OTAN é um pacto de segurança colectiva através do qual os estados membros assumem que um ataque contra qualquer deles é um ataque contra todos eles. Por conseguinte, se a União Soviética tivesse atacado um qualquer dos seus membros europeus, o escudo militar norte-americano seria activado. A resposta soviética a este pacto foi o Pacto de Varsóvia, que sustentou um “cordão sanitário” em torno do território russo central, na eventualidade de um ataque da OTAN. Dessa forma o mundo foi cindido em blocos, dando origem à “Guerra Fria”.

Os “guerreiros frios” confessos dos dias de hoje continuam a encarar o mundo dessa forma, e não conseguem ultrapassar a visão de uma China Comunista e de um Império Soviético amputado como Estados inimigos dos EUA cujas movimentações, seja em que parte do planeta se verifiquem, devem ser contrariadas. O colapso da União Soviética proporcionou uma oportunidade acelerada para que a hegemonia dos EUA fosse exercida em áreas de anterior influência russa. Territórios africanos e eurasiáticos onde se situam antigos estados soviéticos satélites, bem como o Afeganistão, o Paquistão e outros têm sempre assumido um lugar predominante nas teorias da “contenção” e do “ricochete” que até aos dias de hoje orientam a política dos EUA.

Com tudo isto como pano de fundo, o ataque de foguetões contra Tripoli na noite passada é inexplicável. Tripoli, uma área metropolitana com cerca de 2 milhões de habitantes, suportou 22 a 25 bombardeamentos ontem à noite, abalando e partindo janelas e fazendo tremer o meu hotel até aos alicerces.